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Testamos o Switch 2: o que jogamos e o que achamos

A convite da Nintendo, nosso conterrâneo Guilherme Phoenix pôde viajar para Nova York e participar dos eventos de teste do Switch 2, com direito a experimentar as funcionalidades do console, sentir a ergonomia dele e, é claro, os jogos, além de fazer perguntas ao trio de desenvolvedores que apareceram no Direct voltado ao console.

Como está o conforto ao jogar? O visual? As diferenças notáveis em relação ao primeiro Switch? Confira nossas impressões preliminares.

O que testamos no Switch 2

O evento foi dividido em algumas sessões diferentes. Para facilitar, separamos em tópicos adiante. Vamos lá:

Mario Kart Tour

Phoenix jogou o novo título da lendária franquia da Nintendo em dupla. Segundo ele, o kart está mais pesado, com algumas mudanças na física, porém, muito rápido. Ao testar o inédito modo Knockout Tour, em que 24 jogadores devem se digladiar conforme avançam no jogo, o gameplay se torna mais competitivo, ao mesmo tempo em que é “feliz”, colocando a adrenalina “até o último minuto”, relata Phoenix. Basta um vacilo e você volta para um checkpoint e fica para trás na disputa. Como manda a cartilha do battle royale, chegar ao final é uma “sensação muito única”.

Mario Kart World Switch 2

Imagem: Nintendo

Mantendo um desenho parecido com o do Switch 1, a anatomia é natural ao segurar ao console, com fácil mapeamento de botões, que estão maiores aqui, especialmente os analógicos. No dock, o visual ganhou uma “turbinada” na TV e ficou lindo.

Donkey Kong Bananza: um “Mario Odyssey de Donkey Kong”

A experiência definitiva do nosso enviado a essa ocasião foi com Donkey Kong Bananza. Phoenix relata que o jogo está mais para um “Mario Odyssey”, no sentido de ser amplo o suficiente em terreno explorável, mas com as habilidades do gorila, não do encanador. A possibilidade de “quebrar coisas” no jogo, incluindo detalhes minúsculos do cenário, é muito legal. O mundo inteiro tem espaços a serem cavados e isso nem sempre está claro ao jogador, portanto, buscar por segredos, tesouros enterrados e itens escondidos faz parte do loop de diversão do game de Switch 2.

Troque as “estrelas” por “bananas” e você tem, basicamente, uma jornada símia pela frente, com mecânicas que são aprendidas ao longo da aventura e utilizadas para abrir caminho, ao menos pelo que o teste sinalizou. Ao coletar uma banana gigante, o macacão comemora e volta ao início da fase para que você continue no encalço de outras bananas, num esquema similar aos jogos do Mario mesmo. Há NPCs espalhados pelo mapa para dar dicas de onde as sagradas frutas podem estar escondidas. Esse teste talvez tenha sido o ápice da experiência.

Wind Waker do GameCube e Zeldas recentes aprimorados

Havia uma seleção de títulos do GameCube para serem testados no Switch 2, dos quais Wind Waker foi selecionado. Phoenix relata que, mesmo que seja um reflexo daquilo que a Nintendo já faz em outras de suas plataformas antigas, é legal ter essa “porta aberta” ao GameCube. Os controles funcionam bem, o visual está bacana e é legal poder “carregar” essas experiências do GameCube com você em viagens.

Quanto a Zelda Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, ambos rodam a 120 fps e de maneira “muito fluida” na TV e no modo portátil. Ele disse que, nas mãos, é um pouco mais difícil notar os 120 fps, porém, na tela grande, a diferença é perceptível (lembrando que o display precisa ter 120 Hz ou acima para entregar essa performance). A diferença da versão de Switch 1 para a de Switch 2, nesse sentido, foi “imediata“.

Essas foram algumas das impressões iniciais do Flow Games com relação ao Switch 2. O próprio Phoenix conta – e mostra – muito mais no vídeo adiante!

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