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O poder ‘analgésico’ da música

No útero da mãe, por volta das 18 semanas de gestação, um novo sentido se desenvolve no bebê: a audição. Desde esse momento em diante, os sons passam a integrar a vida intrauterina ao restante do mundo. A primeira música que ouvimos, muito provavelmente, foi o som do coração da nossa mãe

Um ritmo constante e tranquilizador, que algumas vezes pode se tornar rápido. Em seguida, um burburinho se reúne ao coro cardíaco, trazendo novas notas à composição. E assim a sinfonia da vida vai crescendo até que chega o momento que pode ser considerado como ‘doloroso’, o nascimento.

Contudo, não é incomum que ao ouvir vozes conhecidas, o bebê se tranquilize, e o estímulo incômodo de luzes, vozes e sons nunca experimentados antes, seja abafado. 
Nossa relação com os sons, a música em específico, teria realmente o poder de nos anestesiar, tranquilizar e alterar, até certo ponto, nossas percepções sobre a dor? Escolha sua playlist de aventura e venha saber mais.

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